31 de dez de 2010


FELIZ ANO NOVO !!!


13 de dez de 2010

Não Temas....





NÃO TEMAS PORQUE EU SOU CONTIGO;
NÃO TE ASSOMBRES PORQUE EU SOU TEU DEUS, EU TE FORTALEÇO E TE AJUDO, E TE SUSTENTO COM MINHA DESTRA FIÉL.

EIS QUE ENVERGONHADOS  E  CONFUNDIDOS SERÃO TODOS OS QUE ESTÃO INDGNADOS CONTRA TI,
SERÃO REDUZIDOS A NADA , E OS QUE CONTENDEM CONTIGO PERECERÃO.


assim diz o Senhor :..todo o que é nascido de Deus vence o mundo;
e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé."

1 João 5:4


Pela fé qualquer situação pode ser mudada...
Não importa quão difícil ela possa parecer,
basta erguer o coração a Deus pela fé,
e num momento tudo se alterará...
Deus tudo pode, e num segundo Ele
pode transformar a derrota em
vitória, devemos confiar.


Confie em Deus...
Tenha fé!

Que o Senhor, te abençõe !

A PAZ !!

O próposito da glória de Deus em nós


Por que Deus permite manifestar a Sua Glória dentro de nós?
 – Bem, para compreendermos isso, temos que saber primeiro que Deus é um Deus de propósito.
 E, segundo, que ao criar o homem, Ele o fez com um alvo: relacionamento. Só podemos saber o intento de um objeto na mente de quem o idealizou. O propósito de uma criação está na mente do seu criador.

Deus colocou semente nos homens. Por quê?
 – Porque Ele trabalha com linhagens e gerações e queria que o homem “plantasse” as sementes. Ele não é Deus de um homem só; é o Deus de Abraão, de Isaque, de Jacó, de Israel e da Igreja.
Ele transcende gerações e coloca nos homens capacidade de guardar o que são capazes de gerar.
Deus quer que geremos – é fato. Mas não é só isso. Ele quer que sejamos mentores do desígnio daqueles a quem geramos, passando-lhes o Propósito.
Quando Deus criou o Adão biológico (Gn 1:28), colocou-o nas trevas de um planeta dominado, para que ele, como agente de Deus, manifestasse a Sua luz; para que do caos ele pudesse extrair beleza e prazer. Nós somos a luz deste mundo trevoso e não podemos nos esquecer de que precisamos levar a luz por onde formos.
Estamos ainda no meio do caos porque Deus ainda tem um propósito para que estabeleçamos beleza e ordem no meio da desgraça. Isso vai além de estarmos na igreja aprovados moralmente, de sermos “santinhos” para um dia morarmos no Céu.
 Precisamos ser iniciadores e disseminadores de linhagens – linhagens santas e separadas pra Deus.
Você não sabe o que vai dentro de uma criança, nem o que ela poderá vir a ser, mas poderá semear nela o que Deus quer que ela seja, e crer que Deus é fiel para abençoar a sua semente, porque Ele disse que em Abraão todas as famílias da Terra seriam benditas.

Alcançar um propósito é a fonte de toda e verdadeira realização. Sem propósito a vida deixa de ser uma experiência realizadora e passa a ser só experimento; ou seja, nada.
Quando o propósito de Deus não é conhecido, o desperdício da vida é inevitável.
Você não é como é por acaso; Deus o projetou para um alvo especial. O alvo de Deus para cada homem é que ele seja um iniciador de uma linhagem para Deus e que seja como um vaso que contenha a Sua glória. Quando nascemos de novo, o propósito de Deus começou a se desenvolver em nós: começamos uma linhagem; uma geração.
 E Deus quer que ela seja para a Sua glória.
 Você pode entender isso?

No Velho Testamento há seis palavras em hebraico que são traduzidas para “homem” no português, mas cada uma delas tem um significado diverso e específico. Só de conhecermos o seu significado, já temos boa parte do propósito de Deus revelado, com respeito ao que Ele espera de nós como Suas criaturas e filhos.

1. Adam. Significa: “criado para um grande propósito”.
2. Zacar. Significa “gerar”.
3. Guibor. Significa “guerreiro”.
4. Enoch. Significa “feridas” acumuladas no trabalho de Deus.
5. Iche. Significa “eu tenho experiência”.
6. Zaquem. Significa “maduro”; “pai”.

Veja bem. Se seguirmos os significados que o termo “homem” tem na Bíblia, veremos o propósito de Deus nitidamente.
 Primeiro, existimos para algo maior do que simplesmente comer, beber, dormir, nos divertir, alcançar sucesso e morrer.
Existimos para glorificar ao nosso Criador.
Para que a glória de Deus se expresse através de nós de forma adequada, melhor que nos multipliquemos em milhares de vasos disponíveis a mostrar a Sua expressão ao mundo. Isso é gerar. Mas claro que o gerar traz embutido o princípio de cuidarmos de quem geramos.
Mas devemos também lutar pelos outros; pelos irmãos mais fracos; pelos filhos que geramos; até vê-los maduros e cheios de encargo por outros. Deus espera que protejamos e defendamos aqueles a quem geramos.
Nossos filhos dependem de nós enquanto crianças. Somos responsáveis por guardá-los do mal.
Enquanto apascentamos as ovelhas que Deus nos dá, muitas vezes nos ferimos – isso também é fato.
 Na vida cristã vitoriosa, são muitas as cicatrizes que acumulam os obreiros que não retrocedem.
Elas são as marcas de Jesus, que vão além de cicatrizes físicas.
São marcas de investimentos que não deram certo, de traição, de preços pagos por quem nunca deu valor - cicatrizes da Obra; sangue vivo nas mãos que semeiam entre espinhos; calos forjados pela Cruz.
Estas são as marcas de quem suporta pressão e ataques do inimigo por guardar a vida do próximo.
Todos precisamos passar por estas fases para amadurecermos na fé e na experiência com Deus. Mas nelas é que vemos com mais nitidez a Sua glória.
A experiência traz consigo o encargo e a autoridade para ensinar a outros; para mentorear. É tempo de treinarmos líderes e despertarmos potencial nas ovelhas a quem apascentamos.
Deus quer que você seja um investidor; um treinador.
 O bom pai não é aquele que só põe comida no prato do filho; é aquele que o guarda de influências maléficas e mentoreia seu potencial.
Uma coisa é experimentarmos a glória de Deus; outra é investirmos essa glória em gente, para que ela atinja e mude a vida de outros. Quando falo disso, falo da edificação de uma geração.
Deus deseja que sejamos instrumentos em Suas mãos para gerarmos uma linhagem capaz de cumprir o Seu propósito.
Nós já somos o fruto da linhagem de alguém no passado – a partir de Abraão.
Mas, o que Deus deseja para nós vai muito além disso.

A Bíblia não é cheia de genealogias à toa. Deus respeita as gerações. Ele é o Deus de Abraão, mas também de Isaque, de Jacó, de Israel, etc. O propósito de Deus é que cada um de nós comece uma linhagem santa, expressa pelos nossos filhos naturais e também pelos nossos filhos espirituais.
Precisamos ter a consciência de que a partir de nós também, Deus vai começar uma linhagem, uma geração santa e consagrada. E para que Ele tenha isso, precisamos estar dispostos a pagar o preço que a Obra requer.
Eu posso dizer-lhe que estou totalmente envolvido nesse projeto. E quanto a você? Está pelo menos disposto a se envolver?

3 de dez de 2010

O "grão" que remove "montes"

 


“... se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá e há de sair.”Mateus17: 20.

Somos um elemento entre o macro e o micro cosmos. Entre as nebulosas, gigantescas galáxias e os milhões de estrelas ao minúsculo átomo, e nas pequenas partículas de elétrons e prótons e quarks; conceitos da física quântica.

Em algum ponto estamos nós. Aqui se apercebe um contraste gigantesco. Uma dúvida emerge em nosso fraco entendimento. O que somos nesse universo?    Ora somos gigantes, ora somos minúsculos, o pior é que de uma forma ilusória nós damos a interpretação do tamanho que quisermos a essa breve vida terrena, depende da arrogância ou da humildade de cada um.

Para muitos a vida é imensa, para outros ela se torna estafante e depressiva, depende do ponto de vista de cada um. Nossa história é muito curta, pois nosso tempo de vida é pequeno se comparado com a eternidade.

Nesse universo complexo de multi-coisas criadas, aos quais estamos inseridos, nesse contexto entre o macro e o micro cosmos só há uma forma de compreender os propósitos para viver uma vida com qualidade. A Bíblia diz que a única maneira de dimensionarmos isso é aceitar pela fé o fato de que Deus está no controle de todas as coisas, e Seus propósitos são maiores que a nossa vida.

Observe a metáfora que Jesus se utiliza para explicar a fé criativa. “... se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá e há de passar.” Mateus 17:20.    Por um lado um grão, de mostarda simbolizado pela fé, por outro lado o monte, representando algo a ser removido.

Vejam que coisa diminuta que é um grão de mostarda e veja que coisa imensurável comparada a ele, uma montanha.   Um universo que se define entre o micro e o macro cosmos. A pergunta inquietante é: Como com tão pouco eu consigo tanto?

Nessa analogia entre o grão da mostarda e a montanha, Jesus quer dizer que eu devo construir meu relacionamento com Deus através da fé, não me baseando em coisas grandes, imensuráveis, mas numa coisa minúscula comparada a um grão de mostarda.

Portanto a fé representada na parábola pelo grão de mostarda é a confiança que devemos ter em Deus como providencia para nos guiar e orientar na nossa efêmera vida terrena; isso tem uma explicação simples exemplificado pelas dimensões de um grão de mostarda. Quando assim acontecer, ela  a fé será tão poderosa que poderá remover os montes.

Pegue um grão de mostarda e estude os detalhes através de uma lente microscopia e verá que ele é de perfeito entendimento, não se exige muito conhecimento técnico para compreendê-a.    Um grão de mostarda é diminuto e de fácil compreensão. Qualquer criança pode ter esse conhecimento.

Mas essencialmente, esse “grão de mostarda” tem o potencial da vida dentro dele, que germinará se o adequarmos às condições ideais para que cresça. É claro que Jesus nos ensina algo muito precioso que não deve passar despercebido. Não se trata de uma causa e efeito, ou seja, um simples grão de mostarda removendo um monte; a desproporção é imensa e não é isso que se refere.

Jesus não quer que os homens mudem a geografia fisica da terra.  O que devemos aprender é que um grão de mostarda literalmente não pode remover um monte, mas a lição que se subtrai, é que pode conectar o poder de Deus.

Essa parábola ensina que uma causa humana pode provocar uma reação divina e desencadear o processo da remoção dos “montes”. Não é um processo de causa e efeito, mas sim um processo de uma causa humana que pode provocar um efeito divino. A fé é uma graça divina, e atua de forma subjetiva, pois é dom de Deus, portanto ela não é apenas atuante, mas desencadeante.

É quando o micro assume o macro, ou seja, a fé liga o imensurável, ela abre as mãos de Deus como se O constrangêssemos a dar-nos o que lhe pedimos. O micro interagindo no macro, como um pequeno interruptor acionasse a luz numa sala; um aperto de um gatilho disparasse um tiro. “Igualmente “se eu uso um “grão” de fé removo um” monte” de obstáculos. O diminuto interagindo no imensurável. A conversão de Zaqueu; de ladrão a santo; da mulher do fluxo de sangue  a libertação total. “Vai mulher, tua fé te salvou”.

De o diminuto ser nesse laptop nessa hora da madrugada a filho de Deus pelo novo nascimento pela fé de Nosso Senhor Jesus Cristo. Quero a fé no formato do grão de mostarda. O finito alcançando o imensurável, somente assim poderemos assimilar as verdades do evangelho e remover as montanhas que impedem de construir um relacionamento correto com Deus e com as pessoas em meu derredor.
“A parábola do grão da mostarda ensina o processo de uma causa humana que pode provocar um efeito divino.”

Sinceridade Não Basta



 
         Eu posso ser sincero, mas posso estar errado. Isto é verdadeiro e não podemos de forma alguma contrariar esta afirmação.
.
         Dizem por aí certo ditado enganoso: "Não importa em que você creia, desde que seja sincero"

. Isto, provavelmente, parte do pressuposto de que todas as religiões são boas - desde que seguidas com sinceridade - e todas têm como destino o Céu. Mas a coisa não é bem assim!

         Se você conhece um pouquinho de Bíblia, sabe que o apóstolo Paulo, além de zeloso, era muito sincero quando perseguia os cristãos. Mas ele precisava de um novo coração, um novo nascimento espiritual. Por mais zelo que tivesse, e por mais sincero que fosse, se não mudasse de vida, se não tivesse tido um encontro com Jesus, teria perdido a sua alma no fim.
         As cinco virgens néscias eram muito sinceras quando foram assistir a um casamento.
Elas até imploraram ao Noivo: "Senhor, senhor, abre-nos a porta!"
 A resposta que elas ouviram de dentro foi: "Em verdade vos digo que não vos conheço" (Mateus 25.1-13).
         Os profetas de Baal estavam sendo totalmente sinceros quando clamaram a seus deuses para consumir o sacrifício com fogo - tão sinceros, inclusive, que chegaram a cortar-se com facas e lancetas, até o sangue escorrer, mas não obtiveram qualquer resposta de seus deuses (1Reis cap. 18).

         Também os idólatras são muito sinceros quando adoram as suas imagens de gesso, pau e pedra.
 Os faquires hindus que fazem longas peregrinações, ou se deitam por anos em camas de pregos; e todos os que tomam banhos nas águas "sagradas" do rio Ganges, também são sinceros. 
Os muçulmanos que param todos os seus afazeres cinco vezes ao dia e caem de joelhos onde quer que estejam e fazem suas rezas a Alá; também eles são muito sinceros, mas sem o Salvador Jesus Cristo estão todos perdidos.

         Agora, um aviso aos "evangélicos de carteirinhas". Jesus deixa bem claro:
"Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus"  (Mateus 7.21).

         Muitos acreditam que têm um lugar reservado no Céu porque nesta vida estão profetizando no nome do Senhor, expulsando demônios em Seu nome, e fazendo "grandes" obras com sinais e "maravilhas" que não existem na Bíblia. Mas Jesus dirá naquele dia àqueles que têm suas "unçãos" estranhas e estão engordando cada dia mais:
"Nunca vos conheci.  Apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade!" (Mateus 7.23).

         Seja sempre sincero, mas esteja com o certo e verdadeiro -
                         O JESUS DAS ESCRITURAS.

         E não seja mais um religioso, seja um crente em Jesus.